sábado, 29 de outubro de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
A flor maior do mundo
Era uma vez uma família muito grande e bonita. O pai chamava-se José, a mãe Maria e os filhos Ângelo e Adriana.
Um dia, encontraram uma planta murcha e não sabiam o que fazer. Nem sabiam a aventura que iria acntecer a partir daquele momento:
- O que é que nós vamos fazer, família - perguntou o filho mais velho, Ângelo.
- O que é que nós vamos fazer, família - perguntou o filho mais velho, Ângelo.
- Eu também não sei. - disse a Adriana.
Os pais olhavam um para o outro, como se tivessem sem saber o que fazer:
- Ah! Já sei. - gritou o Ângelo.
- O que é que já sabes mano? - perguntou a filha mais nova.
- O que é que já sabes mano? - perguntou a filha mais nova.
- Já sei o que fazer, vamos a casa buscar quatro alguidares e enchemo-los om água. - referiu o Ângelo.
- Boa ideia, filho. disse a mãe.
- Será que tu querias dizer: "Brilhante ideia, filho?". - perguntou o pai.
- É isso mesmo querido.
- Vamos de bicicleta, irmão? - perguntou a Adriana.
- Não, porque só vão os pais e têm que trazer os 4 alguidares cheios de água. - disse o Ângelo.
- Será que tu querias dizer: "Brilhante ideia, filho?". - perguntou o pai.
- É isso mesmo querido.
- Vamos de bicicleta, irmão? - perguntou a Adriana.
- Não, porque só vão os pais e têm que trazer os 4 alguidares cheios de água. - disse o Ângelo.
E lá foram os pais do Ângelo e da Adriana.
- Já chegámos! - disseram o José e a Maroa.
- Vá, vamos despejar a água para a raiz da planta. - sugeriu o filho.
A família despejou a água toda. A flor cresceu, cresceu até ficar gigante e teve filhos, ou seja, dessa flor nasceram outras.
- Somos pais? - questionou o Ângelo.
- Somos pais? - questionou o Ângelo.
- Sinceramente, eu acho que sim. - disse a mãe Maria.
- Eu ainda só tenho 11 anoz e já sou "pai". Viva! - gritou o Ângelo.
- E eu sou rapariga e também sou "pai" e não te esqueças que eu tenho 10 anos - disse a irmã Adriana.
- E achas que é mau, filha? - perguntou o pai José.
- Não, pelo contrário, eu acho maravilhoso, ótimo! - respondeu a filha Adriana.
E assim a família do Ângelo conseguiu acabar a sua aventura.
(Ângelo)
sábado, 23 de abril de 2011
A maior flor do mundo
Certo dia, um rapaz curioso encontrou um pequeno escaravelho com medo, que tentava fugir do simática rapaz. Mas o rapaz queria fazer novos amigos e seguiu-o por um pequeno rio, por entre árvores e canas, até que acabou por o perder. Entretanto, junto de um monte, como uma tigela virada de pernas para o ar, lá bem no topo do monte, encontrava-se uma flor murcha. O simpático rapaz voltou ao rio para ir buscar água. Fez isto três vezes e a flor cresceu mais do que o habitual. De repente, escureceu, ele ficou com sono e adormeceu. Os pais dele apareceram, acordaram-no e levaram-no para casa.
(Fábio Lourenço e Gonçalo Carvalho)
(Fábio Lourenço e Gonçalo Carvalho)
A maior árvore do mundo
Uma vez, um menino pôs uma planta no meio de uma ilha. Todos os dias ele ia dar-lhe água até que ela cresceu, cresceu, cresceu...., e fez uma sombra enorme, ela tinha uns ramos grossos e rugosos, umas folhas grandes e fofas.De verão, os habitantes da ilha faziam pequenos piqueniques, brincadeiras e ormiam um bocadinho debaixo da árvore.
Todos os habitantes daquela ilha adoravam aquela árvore enorme, masela não parava de crescer e todas as plantas, animais, árvores morriam, os seres humanos estavam cheios de gripe.
Então, o menino, que lhe dera água, descalço todos os dias, e que dormira debaixo duma folha grande e fofa, tomou a decisão mais difícil e imaginária que alguma vez pudera acontecer, ele decidiu que cortasse a árvore. E assim o fizeram em respeito ao pequeno jovem.
Demoraram dias, semanas, meses anos a cortá-la e cada pedaço de lenha que caía era uma lágrima no rosto dos habitantes daquela ilha, que tanto a amavam.
Ao fim de cinco anos, acabaram de cortar a árvore, não sabiam o que fazer com a lenha. Então, venderam metade e a outra parte, que ficara na ilha, resolveram com ela contruir uma árvore de madeira em memória da bela e gigantesca árvore no centro da ilha, onde foi cortada.
(Cátia Monteiro)
quinta-feira, 21 de abril de 2011
"A maior flor do mundo", conto de José Saramago.

Durante a semana da Língua Materna, a turma 6ºC foi à sala de audiovisuais ouvir a história de José Saramago "A maior flor do mundo". Depois disso, a turma foi incentivada a escrever o reconto da história deste escritor português, para posteriormente serem publicadas no blogue:
Visitem este blogue e leiam os trabalhos de outros alunos. Estão muito originais e são muito interessantes!
Boas leituras!
"Nova aventura de Ulisses 2"
Quando acorda, vê-se de novo só, no meio de uma praia imensa. Uma tristeza infinita o invade.
Ulisses levanta-se, admira a paisagem, sem saber onde está. Então, entra na densa pradaria daquela ilha desconhecida. Entretanto, ouve um ruído no meio das ervas altas, de lá salta um animal aterrador, parecido com um cão, que lhe morde o braço. Ulisses solta-se do canídeo, quando olha para o seu braço, cheio de sangue das dentadas. De repente, o cão ataca de novo, mas antes disso acontecer leva com uma patada de um animal esquisito com um cauda longa, patas fortes e uma bolsa na barriga. E o animal parecido com um cão afasta-se de novo, ganindo.
Ulisses ficou grato pela ajuda do incrível animal e prometeu-lhe que não saía daquela ilha, enquanto não retribuísse o favor.
Passaram-se dois anos, ele já sabia como sobreviver, como se protegia na Austrália. Um dia, o seu melhor amigo, o canguru Fred, foi buscar comida para o pequeno-almoço, juntamente com Ulisses. De repente, uma cobra, ataca o canguru, mas à última hora, Ulisses agarra na cobra e mata-a, salvando o canguru do veneno.
Com a promessa cumprida, ele volta para Ítaca, de baleia (em Marcus, um dos seus amigos) , mas quando está quase a chegar, Marcus lança o seu esguicho e o marinheiro grego voa para Ítaca, rindo-se os dois com alegria.
(André Soares e Daniel Barros)
Ulisses levanta-se, admira a paisagem, sem saber onde está. Então, entra na densa pradaria daquela ilha desconhecida. Entretanto, ouve um ruído no meio das ervas altas, de lá salta um animal aterrador, parecido com um cão, que lhe morde o braço. Ulisses solta-se do canídeo, quando olha para o seu braço, cheio de sangue das dentadas. De repente, o cão ataca de novo, mas antes disso acontecer leva com uma patada de um animal esquisito com um cauda longa, patas fortes e uma bolsa na barriga. E o animal parecido com um cão afasta-se de novo, ganindo.
Ulisses ficou grato pela ajuda do incrível animal e prometeu-lhe que não saía daquela ilha, enquanto não retribuísse o favor.
Passaram-se dois anos, ele já sabia como sobreviver, como se protegia na Austrália. Um dia, o seu melhor amigo, o canguru Fred, foi buscar comida para o pequeno-almoço, juntamente com Ulisses. De repente, uma cobra, ataca o canguru, mas à última hora, Ulisses agarra na cobra e mata-a, salvando o canguru do veneno.
Com a promessa cumprida, ele volta para Ítaca, de baleia (em Marcus, um dos seus amigos) , mas quando está quase a chegar, Marcus lança o seu esguicho e o marinheiro grego voa para Ítaca, rindo-se os dois com alegria.
(André Soares e Daniel Barros)
"Nova aventura de Ulisses"
Quando acorda, vê-se de novo só no meio de uma praia imensa. Uma tristeza infinita o invade. Levanta-se e olha em seu redor, quando vê um crocodilo enorme, de cor verde como o musgo quando se enfeita o presépio de Natal, que Ulisses já não festeja há duas décadas. De repente, o crocodilo começa a persegui-lo, Ulisses é obrigado a fugir e a trepar para um rochedo cheio de mexilhões, parecendo um bolo cheio de pepitas de chocolate., onde aí tem uma ideia! Repara que mesmo a seu lado tem um coqueiro, então colhe um coco, atira-o ao crocodilo e ele afasta-se. Ulisses desce do rochedo e vai em direção ao centro da ilha, onde encontra um velhote, que o acolhe e o leva para a sua cabana.
Então, o velhote pergunta o que aconteceu Ulisses explica tudo ao pormenor e acaba por lá passar a noite.
No dia seguinte, o velhote oferece um estranho objeto, em forma de cone, a Ulisses, diz-lhe para soprar nele sempre que estivesse em maus lençóis, que a má sorte desapareceria. Os dois preparam o barco para Ulisses voltar ao mar.
Passadas umas horas, despedem-se e o destemido herói volta para o mar. Andou e andou, onda sobre onda, quando avista um enorme REMOINHO!
Será que ainda não é desta que Ulisses chega a casa?
(Ana Filipa e Gonçalo Martins)
Então, o velhote pergunta o que aconteceu Ulisses explica tudo ao pormenor e acaba por lá passar a noite.
No dia seguinte, o velhote oferece um estranho objeto, em forma de cone, a Ulisses, diz-lhe para soprar nele sempre que estivesse em maus lençóis, que a má sorte desapareceria. Os dois preparam o barco para Ulisses voltar ao mar.
Passadas umas horas, despedem-se e o destemido herói volta para o mar. Andou e andou, onda sobre onda, quando avista um enorme REMOINHO!
Será que ainda não é desta que Ulisses chega a casa?
(Ana Filipa e Gonçalo Martins)
"ULISSES", de Maria Alberta Menéres
Despois de terminarmos o estudo da obra "Ulisses", no final do 2ºperíodo, apresentamos agora algumas produções escritas dos alunos: Novas aventuras deste herói, rei de Ítaca, pai de Telémaco, marido de Penélope, marinheiro grego, homem aventureiro e corajoso.Quem quiser, pode ainda visualizar o filme "Tróia", que retrata a história do rapto de Helena e a guerra de Tróia.
sábado, 9 de abril de 2011
Como é bom recordar...
Sabe tão bem recordar...
Vamos de férias da Páscoa, mas levamos connosco uma recordação que tem quase um ano. Ora aqui está a parte final do teatro "Romace da raposa", trabalho organizado pelo professor de Educação Musical, Octávio Inácio.
7 de Abril- DIA DA SAÚDE (PEDDYPAPER)
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Crianças
As crianças fazem-me
Lembrar a minha
Infância linda e bonita
Linda como o
Horizonte cheio de rosas
Bonitas, bonitas como
A rosa do meu amor
O meu amor por
Ela é desde pequeno
O meu coração está
Ocupado desde infância!
Ocupado desde infância!
(Ângelo Canivet, nº5)
Flores!
Gosto de Flores
De todos os tipos e cores
Mas a minha preferida
É a Margarida!
Mas a minha preferida
É a Margarida!
(Ana Filipa, nº2)
Outono
Vou seguindo a caminhar
Olhando as folhas no chão
Vendo o Outono a chegar
E a partida do Verão!
(Desconhecido)
Poema sobre Salada!
Não gosto de salada
De pepino também não
Por isso vou comer
Franguinho até mais não
(Ana Catarina, nº1)
(Ana Catarina, nº1)
Retrato Chinês
Se eu fosse um objecto seria um lápis, assim podiam escrever tudo comigo, mas se fosse um lápis tinha de ser de um menino ou menina responsável porque maior parte das crianças perdem os lápis, metem-nos na boca, afiam-nos demais e coisas assim.
Mas pensando bem se fosse um lápis e escreve-se num papel uma borracha podia apagar e com o passar do tempo para escrever bem tinha de ser afiado e assim cada vez ia ficando mais pequeno.
Mas pensando bem se fosse um lápis e escreve-se num papel uma borracha podia apagar e com o passar do tempo para escrever bem tinha de ser afiado e assim cada vez ia ficando mais pequeno.
Acho que o melhor objecto para se seja um livro, os livros têm imensa informação e são muito apreciados especialmente os livros de aventura!
(Ana Filipa, nº2)
(Ana Filipa, nº2)
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Sacavém, 13 de Outubro
Cara Bárbara,
Fiquei bastante espantada por saber da tua existência. Vou ser-te sincera, nunca pensei ter uma irmã. É claro que podes vir, estou muito ansiosa por te ver. Juntas tentaremos reencontrar as nossas irmãs.
Lamento os acontecimentos inesperados, mas a vida tem destas coisas. Mas não deixemos que a vida nos abale. São Miguel deve ser lindo! Também gostaria de ouvir a história interessante que tens para contar. Ainda bem que a D.Viviana não fez qualquer segredo pois, se fizesse, nunca nos teríamos encontrado.
A família Faia não hesitou em ajudar-nos assim que lhes contei. Então, aqui vai o teu bilhete!
Com todo o amor,
Teodora
Cara Bárbara,
Fiquei bastante espantada por saber da tua existência. Vou ser-te sincera, nunca pensei ter uma irmã. É claro que podes vir, estou muito ansiosa por te ver. Juntas tentaremos reencontrar as nossas irmãs.
Lamento os acontecimentos inesperados, mas a vida tem destas coisas. Mas não deixemos que a vida nos abale. São Miguel deve ser lindo! Também gostaria de ouvir a história interessante que tens para contar. Ainda bem que a D.Viviana não fez qualquer segredo pois, se fizesse, nunca nos teríamos encontrado.
A família Faia não hesitou em ajudar-nos assim que lhes contei. Então, aqui vai o teu bilhete!
Com todo o amor,
Teodora
17-1-2011
Caros leitores, hoje os alunos do 6ºC leram um texto cujo título era:"As meninas adoptadas".
Depois de lermos, veio-nos a ideia de nos pormos no lugar da Teodora e responder à Barbara.
Então aqui vai um dos trabalhos de um dos nossos alunos.
Depois de lermos, veio-nos a ideia de nos pormos no lugar da Teodora e responder à Barbara.
Então aqui vai um dos trabalhos de um dos nossos alunos.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Auto-retrato dos 20 anos feito aos 80

Olá! Eu chamo-me Catarina.
Como agora tenho 80 anos vou contar-vos quando tinha 20.
Quando tinha 20 anos era alegre, tinha cabelo castanho e encaracolado. Gostava de passear ao pé da praia, mas agora não posso porque ando de bengala com muita dificuldade.
Gostava de ter 20 anos outra vez!
(Ana Catarina, 6ºC)
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