Quando acorda, vê-se de novo só no meio de uma praia imensa. Uma tristeza infinita o invade. Levanta-se e olha em seu redor, quando vê um crocodilo enorme, de cor verde como o musgo quando se enfeita o presépio de Natal, que Ulisses já não festeja há duas décadas. De repente, o crocodilo começa a persegui-lo, Ulisses é obrigado a fugir e a trepar para um rochedo cheio de mexilhões, parecendo um bolo cheio de pepitas de chocolate., onde aí tem uma ideia! Repara que mesmo a seu lado tem um coqueiro, então colhe um coco, atira-o ao crocodilo e ele afasta-se. Ulisses desce do rochedo e vai em direção ao centro da ilha, onde encontra um velhote, que o acolhe e o leva para a sua cabana.
Então, o velhote pergunta o que aconteceu Ulisses explica tudo ao pormenor e acaba por lá passar a noite.
No dia seguinte, o velhote oferece um estranho objeto, em forma de cone, a Ulisses, diz-lhe para soprar nele sempre que estivesse em maus lençóis, que a má sorte desapareceria. Os dois preparam o barco para Ulisses voltar ao mar.
Passadas umas horas, despedem-se e o destemido herói volta para o mar. Andou e andou, onda sobre onda, quando avista um enorme REMOINHO!
Será que ainda não é desta que Ulisses chega a casa?
(Ana Filipa e Gonçalo Martins)
Então, o velhote pergunta o que aconteceu Ulisses explica tudo ao pormenor e acaba por lá passar a noite.
No dia seguinte, o velhote oferece um estranho objeto, em forma de cone, a Ulisses, diz-lhe para soprar nele sempre que estivesse em maus lençóis, que a má sorte desapareceria. Os dois preparam o barco para Ulisses voltar ao mar.
Passadas umas horas, despedem-se e o destemido herói volta para o mar. Andou e andou, onda sobre onda, quando avista um enorme REMOINHO!
Será que ainda não é desta que Ulisses chega a casa?
(Ana Filipa e Gonçalo Martins)
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